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- TINTA EM PÓ

 

Tinta em Pó é um método avançado de decoração e proteção de superfícies, de produtos e de materiais, utilizados por industrias e consumidores.

A Tinta em Pó é uma mistura de pigmentos, resinas, que é borrifada sobre a superfície a ser pintada. Suas particulas eletricamente carregadas adrem à superfície, onde em seguida a mesma são aquecidas até a sua temperatura ideal onde a tinta é fundida e curada, dando um aspecto final uniforme, durável e de alta qualidade e resistência.



VANTAGENS

Mais durável.
Superfícies pintadas com tinta em pó, são mais resistentes à lascas, riscos, etc. A seleção de cores é virtualmente ilimitada com alto brilho ou baixo, metálico e outros acabamentos disponíveis. As cores ficam mais duradouras, vibrantes e brilhantes. Nos acabamentos texturizados variam de microtextura ate textrua alta, próprios para superfícies com imperfeições.

Protege o meio ambiente.
Tinta em Pó também é altamente protetora do meio ambiente. Enquanto as tintas liquidas contém solventes agressivos e poluentes conhecidos como Compostos Organicos Volateis (VOC's).A tinta em Pó não contém nenhum solvente volátel e não libera nenhuma quantia de VOC's na atmosfera. Além de toda a tinta que não adere a superfície é totalmente recuperada.

Outras informações importantes.
A tinta em pó eletrostática é utilizada em equipamentos ferrosos, e não ferrosos, como alumínio, zinco, etc. Sua aplicação:É aplicada com pistola eletrostática especial e o sistema de cura atravéz de estufa que atua na temperatura 200ºC à 10 minutos.

 

Vantagens:
• Eliminação de poluição e do manuseio de solventes
• Redução do espaço de armazenamento
• Excelente dureza e formalidade, resistente a riscos, impactos, resistência química e corrosão

 


 

- UTILIZAÇÃO

 

 

Eletrodomésticos
Mobília
Geladeira
Camas
Microondas
Cadeiras
Lavadoras
Cozinhas
Aquecedores de água
etc
Etc

Artigos arquitetonicos
Peças automotivas
Ar-condicionados
Rodas
Esquadrias de alumínio
Limpadores de pára-briza
Persianas
Blocos de motores
Caixa de força Radiadores
Caixa de correio Filtro de óleo
Extintores Peças de freio
Bombas de água Espelhos e suportes
Aço estrutural Molduras de assento
Ventiladores Blocos de motores
etc...


Aparelhos de jardim
Não metal
Cortadores de grama
Garrafas de vidro
Aplicadores de fertilizantes
Cerâmica
Tratores
Cabos plasticos
Ferramentas agricolas de cultivo
Etc
Pás e enxadas

Outros Produtos
Equipamentos de jardim
Playgrounds
Bicicletas
Aparelhos de Ginástica
Brinquedos
Computadores
Gondolas de supermercados
Check-outs
Equipamentos Eletretrônicos
Mesas de bar
Aparelhos hospitalares
Placas de rodovias
Mesa e cadeira para escritórios
Antenas de tv
Botijões de gás

 


 

- EQUIPAMENTOS

 

Processo tribo:
Não é necessário uma fonte de alta voltagem. Devido ao compo elétrico ser de pequena intensidade, não há formação do efeito da gaiola de faraday, ou pelo menos esse fenômeno é desprezivel em relação ao formado no processo Corona.


Isto significa que a pintura de superfície dotadas de cavidade e cantos é facilitada pois a tinta é impelida mais pela corrente de ar do que pelo campo elétrico existente entre a peça e o revolver (pistola). É possível a obtenção de uma camada de pintura mais uniforme porque neste processo não há linhas de forças que direcionem as particulas do pó para determinadas partes da superfície a ser pintada.

Não é adequado para pintura de grandes superfícies numa velocidade adequada porque a vazão da tinta é menor do que o processo corona. O tempo de residência do pó no revolver "tribo" tem que ser maior do que no revolver "corona" para que ocorra uma eletrização eficiente. Numa forma geral é admitido que a eficiência da pintura medida na quantidade de pó eletrizado é de 50 a 60% do processo "corona".

Processo Corona:
A eficiência do processo diminuiu com o tempo da operação da pintura pois apesar das características da superfície interna do revólver, ainda ocorre uma deposicão de particulas do pó sobre uma superfície, chegando a interromper o processo de eletrização. Nesse momento é necessária a limpeza para que o processo de pintura seja reiniciado.


A eficiência da eletrização também depende do tipo da tinta em pó, e para certos tipos essa eficiência é tão baixa que torna impossível a sua aplicação. Este processo é adequado para aplicaçào de tinta em pó de alta resistividade. Assim as tintas em pó tipo epoxi são mais facilmente aplicada pelo processo tribo do que a baseados em poliester TGIC.


 


 

- APLICAÇÃO

 

Pulverização Eletrostática

O desenvolvimento de um revólver eletrostático para aplicação de tintas em pó aconteceu no início da década de 1960, por fabricantes de revólveres eletrostáticos para a aplicação de tinta líquida. A pulverização eletrostática foi uma das razões do grande e rápido desenvolvimento das tintas em pó termoconvertíveis.

Este processo foi objeto de investigações científicas por várias instituições universitárias como por exemplo, na Universidade de Southampton, sob a direção do professor Bright.

A aplicação prática dos princípios da aceitação de cargas eletrostáticas por tintas em pó originou o desenvolvimento de uma série de revólveres eletrostáticos; cada fabricante procurou inovar em cima desses princípios básicos a fim de conferir ao seu equipamento vantagens técnicas sobre os seus concorrentes.

A pulverização eletrostática de pós é influenciada pelas diferentes propriedades dos mesmos, tais como: tamanho e forma das partículas, resistividade da superfície do pó, composição química do pó, etc.. A eficiência da deposição sobre uma superfície depende da carga eletrostática adquirida pelas partículas, da velocidade da corrente de ar usada na pulverização, da distância que as partículas têm de percorrer, etc.. O tamanho e a forma do objeto a ser pintado, a espessura e a resistividade da superfície desse objeto, a velocidade do ar devido à exaustão na cabine de pintura são outras variáveis que também afetam a eficiência da deposição da tinta.

Há vários aspectos importantes na deposição eletrostática de pós entre os quais podem ser mencionados:

• Partículas esféricas aceitam mais rapidamente a carga elétrica do que as com forma irregular.
• As partículas maiores, por se eletrizarem mais eficientemente do que as menores, depositam-se mais rapidamente na superfície a ser pintada;o overspray tende a se enriquecer em partículas finas.
• As tintas em pó mais comuns têm uma alta resistividade; apresentam o fenômeno da autolimitação que é a espessura máxima que se pode obter durante a aplicação acima da qual não há deposição eletrostática de novas partículas; essa espessura máxima é normalmente superior às espessuras comercialmente requeridas.
• As tintas em pó de resistividade média apresentam o fenômeno da ionização para trás (back ionization) quando o revólver é mantido muito próximo do objeto a ser pintado, resultando em revestimentos defeituosos; estas tintas não são tão comuns quanto as anteriores e a sua resistividade é menor devido à presença de pigmentos semicondutores: alumínio, negro de fumo, etc..
Resumo

Um revólver para aplicação eletrostática de tinta em pó tem de cumprir 3 funções

1 - Pulverizar convenientemente o produto

2 - Transferir ao produto uma carga elétrica

3 - Criar um campo elétrico.

O pó convenientemente moído, isto é, com um perfil granulométrico pré-definido, é transportado por uma corrente de ar através do revólver eletrostático, que tem os seus eletrodos conectados a um gerador de alta voltagem, o pó adquire assim uma carga eletrostática de polaridade geralmente negativa.

O objeto a ser pintado apresenta polaridade positiva e potencial zero por estar ligado à terra. As partículas carregadas eletricamente submetidas à influência de um campo elétrico criado pelos eletrodos do revólver são atraídas para a superfície do objeto a ser pintado, formando uma camada que pode recobrir inclusive a superfície oposta ao sentido da pulverização.

A camada adere à superfície do objeto que é movido para uma estufa onde, após formar um filme contínuo devido a fusão, é curado formando uma estrutura tridimensional. A quantidade de overspray na cabine de pintura é pequena e pode ser recuperada misturando-a no alimentador com pó novo.

Leito Fluido Eletrostático

Leito Fluido EletrostáticoEste processo é mais usado na aplicação de tintas em pó termoconvertíveis do que o processo anterior.


A tinta em pó, neste processo de aplicação, tem de ter tamanho de partícula inferior ao do processo anterior.

Permite pintar peças com forma geométrica mais complexa que no caso anterior, possibilitando também um melhor controle da camada e resultando numa uniformidade superior.

O objeto a ser pintado é ligado à terra; não há necessidade de ser aquecido pois as partículas carregadas eletrostaticamente pelos eletrodos conectados a um gerador adequado.

Processos de aplicação
Leito Fluído:

O ar, seco e filtrado, é insuflado através de uma placa porosa sobre a qual está a tinta em pó. Numa adequada vasão de ar, o pó é suspenso formando uma nuvem densa que se comporta como um fluido. O objeto a ser pintado, que foi previamente aquecido a uma temperatura superior à da fusão do pó, é mergulhado nessa nuvem; a tinta, em contato com a superfície aquecida, funde e a ela adere; a peça é submetida a um ligeiro movimento vibratório durante a pintura, a fim de que haja uma uniformidade do revestimento.

Dependendo da capacidade térmica da peça pode ou não haver a complementação da cura numa estufa apropriada.

O processo do Leito Fluido é adequado para a aplicação de revestimentos termoplásticos. Neste caso, é comum ser aplicado antes um primer líquido para melhorar a aderência do revestimento termoplástico.


- SEGURANÇA

 

Inflamabilidade:
Riscos de explosão: em termos gerais, o pó para revestimento é combustivel e forma uma mistura explosiva potencial dentro de certos limites definidos de concentração no ar. O limite inferior da maioria dos pós comerciais encontram-se na região de 35 a 90 g/m³ de ar (ISO 8130-4). Desde que a concentração seja mantida abaixo deste valor não há risco de explosão. Dentro da fábrica todo o equipamento deve ser aterrado e toda fonte de eletricidade estática eliminada.


Saude:
Riscos à saúde: a inalação de pós de revestimento, mesmo os inertes, deve ser evitada. De acordo com informações publicadas, a concentração de pó respirável na zona de respiração não deve exceder 5 mg/m³ (O.E.L. - Occupational Exposure Limits). Este limite foi estabelecido para pós sem qualquer produto classificado como perigoso. Nos casos em que produtos tóxicos possam estar presentes , todas as regulamentações referentes ao seu uso devem ser aplicadas sem restrição. Existe, em nosso site disponível a FISPQ – Ficha de Segurança de Produtos Químicos, esta é uma folha de dados de segurança baseado em padrões mundiais contendo todas as informações de segurança relevantes pós de revestimentos.

Em caso de acidente
No caso de:
Proceda na seguinte maneira:
Vazamento
* Se possível consertar o vazamento.
* Varrer e aspirar o produto
Fogo
* Não inflamável
Poluição
* Cobrir as canalizações
* Se o produto cair em água corrente, canalizações e galerias, avisar os bombeiros para as providências de rotina.
Envolvimento de pessoas
* Retire peças de roupas impregnadas com o produto.
* Lave a pele com água e sabão em abundância.
* Contatos com os olhos, lavar com água corrente, por 15 minutos.
Informações ao médico
* Ajuda médica é necessária quando ocorrer aspiração ou ingestão do produto.
 







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